terça-feira, 1 de julho de 2014

ROTEIRO EN KAYAK POLA RÍA DE ARES

A mostrar IMG-20140629-WA0014.jpg
O vindeiro venres, 11 de xullo, as mocidades do Colectivo Terra organizan unha ruta en Kayak pola Ría de Ares, co fin de coñecer o noso entorno desde outro punto de vista e facer algunha actividade ao aire libre.
Sairemos do peirao eumés ás 17:30 hs. Compre estar ás 17:00 alí. A actividade rematará sobre as 19:00 hs.
Está aberto a tódolos públicos, sen restrinción de idade.
Inscripcións:
- Facebook: Colectivo Terra
- Correo: colectivoterra@gmail.com
- Tlf: 619 654 219
Prezos:
- 9€: menores, soci@s e desempregad@s.
- 10€: non soci@s.
Nota:
- As crianzas poden ir baixo a responsabilidade dunha persoa adulta e non teñen que pagar.
- Ao anotarse mandarase un correo coa roupa que hai que levar e algunha pequena indicación.

segunda-feira, 16 de junho de 2014

BLUES E CALHOS


A vindeira sexta feira (venres) 20 de junho, fare-mos no local umha pequena homenagem ao clásico Calhos&Blues de Caamouco. Inspirado polo sucesso desta formula, celebrare-mos o nosso Blues+Calhos um concerto-cea com a participaçom d@s amig@s de Blues do País. 
O bilhete terá um preço de 5€.

quinta-feira, 5 de junho de 2014

ATIVIDADES SÁBADO 7 DE JUNHO

Este Sábado 7 de junho às 19hs, estará com nós Séchu Sende coa exposiçom de Animais e apresentará "Viagem ao Curdistam para apanhar estrelas" e outras historias.
Ao remate (+-20:30hs), faremos umha Petiscada Popular em solidariedade com o companheiro Carlos Mosqueira, represaliado por se solidarizar com @s encausad@s polo #8f45anos. Nela intervirá umha pessoa do Coletivo e um dos encausados nesse juizo.
Agarda-mos  a tua presença.

sexta-feira, 30 de maio de 2014

CARLOS E O DEVER DA DESOBEDIÊNCIA



Acabam de abrir um expediente ao Carlos por “desafio à autoridade”, por isso desde o Colectivo Terra queremos expressar a nossa solidariedade com ele e dizer-lhe que estamos orgulhosas. O Carlos deu-nos a maior liçom que podemos aprender: a da insubmissom, a da fraternidade, a da quebra com o enmudecimento. Querem-nos caladas e vam-nos ter rabudas.
Se a Galiza existe é porque houvo, há e haverá milhares de galegos e galegas que desafiam a autoridade. A história do nosso povo é umha longuíssima história de desobediência. Contra a destruiçom do Reino da Galiza, Faraldo liderou a Revoluçom Galega de 1846. Contra o despreço da nossa língua, Rosalia escreveu o primeiro livro integramente em galego. Contra umha Galiza convertida num criadouro de carne humana para a exportaçom, Castelao revirou-se e luitou polo proclamaçom do Estatuto de Autonomia.
Num contexto onde o Estado espanhol decreta o extermínio da língua e cultura galegas, nós, como Carlos, como Faraldo, como Rosalia, como Castelao, desafiamos à autoridade, somos desobedientes, nom reconhecemos como legítimo um regime corrupto e etnocida, que condena o povo trabalhador à indigência e expulsa a mocidade da nossa Terra. Nós, como o Carlos, como o conjunto do alunado do IES Breamo, sabemos que defender a língua nom é delito, que a desobediência é o nosso dever, que a luita é o único caminho.
Querem reprimir a solidariedade e a nossa resposta é mais solidariedade!
Viva a língua galega!
Viva a mocidade rebelde!